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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Acredite

A Fé deve ser cultivada, como se fosse uma maravilhosa planta dentro do seu coração.
"A bondade divina é infinita e, em todos os lugares, há sempre generosas manifestações da Providência divina Paternal de Deus, confortando os tristes, acalmando os desesperados, socorrendo os ignorantes e abençoando os infelizes"!!!!!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

O Amor Divino!!!




NO FUTURO
Quando o homem gravar na própria alma
Os parágrafos luminosos da Divina Lei,
O companheiro não repreenderá o companheiro,
O irmão não denunciará outro irmão.
O cárcere cerrará suas portas,
Os tribunais quedarão em silêncio.
Canhões serão convertidos em arados,
Homens de armas volverão à sementeira do solo.
O ódio será expulso do mundo,
As baionetas repousarão,
As máquinas não vomitarão chamas
para o incêndio e para a morte,
Mas cuidarão pacificamente do progresso planetário.
A justiça será ultrapassada pelo amor.
Os filhos da fé não somente serão justos,
Mas bons, profundamente bons.
A prece constituir-se-á de alegria e louvor
E as casas de oração estarão consagradas
ao trabalho sublime da fraternidade suprema.
A pregação da Lei
Viverá nos atos e pensamentos de todos,
Porque o Cordeiro de Deus
Terá transformado o coração de cada homem
Em tabernáculo de luz eterna,
Em que o seu Reino Divino
Resplandecerá para sempre.

EMMANUEL
"Pão Nosso", 41, FCXavier, FEB)


terça-feira, 9 de julho de 2013

Afaste o negativismo, invista no positivismo.

Meu amigo,
A
 lembrança amarga não consertará o passado; a tristeza não lhe trará luz ao pensamento; o desânimo não tem condições de prestar auxílio; o azedume não pacifica o mundo íntimo; a revolta não lhe fará ver o caminho justo; a crítica é fator de mais solidão; a irritação é a companheira do fracasso; a intolerância afasta a simpatia; o ressentimento é veneno em você mesmo; a condenação é treva que se espalha...
Evitemos esses agentes do contra e procuremos trabalhar, na certeza de que, servindo, encontraremos a bênção da alegria por nosso clima permanente de luz.
(André Luiz, da mensagem "Agentes do Contra", Respostas da Vida, Francisco C. Xavier)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Palavrões!!!!!!!Você costuma dizer palavrões?


Palavrões
Você costuma dizer palavrões?
O que você pensa disso?
Para muitas pessoas, dizer palavrões é uma forma de "aliviar" tensões.
Para outras, um modo descontraído de falar. E, para alguns ainda, um jeito "brasileiro" de se comunicar.
Tão só pela riqueza de vocabulário que a língua portuguesa nos oferece, o uso de palavrões já seria dispensável.
Mas, além dos aspectos lingüísticos a ressaltar, existem, é claro, objeções espirituais ao uso de expressões de baixo calão.
Tudo em a Natureza é uma forma de energia.
Os nossos órgãos de percepção física apenas filtram e interpretam as vibrações energéticas ou fluídicas, dando-nos a imagem, o som, o cheiro, a luminosidade, a densidade e a cor.
Vejamos o som, por exemplo.
Um objeto qualquer faz vibrar as moléculas do ar.
Essa vibração chega aos nossos ouvidos a uma velocidade de trezentos e quarenta metros por segundo.
De acordo com a sua freqüência, o ouvido transmitirá ao cérebro uma informação que será interpretada como o som de uma buzina, ou a musicalidade de um violino.
Assim como no Mundo físico o ar é o veículo do som, no Mundo Espiritual os fluidos são o veículo dos pensamentos emitidos.
É fácil entender, então, que além da sonoridade conhecida das palavras, existe uma outra mensagem, inaudível aos ouvidos humanos, mas que o Espírito sempre capta, de uma forma ou de outra.
Os palavrões, pois, reúnem em si uma dupla problemática: a agressividade sonora, claramente percebida, e a vulgaridade mental, que atinge quem escuta o palavrão, mas prejudica muito mais a quem o diz.
Prejudica a quem o diz, porque cria em torno da pessoa uma psicosfera negativa, propiciando sintonia com Espíritos inferiores.
Os palavrões são uma maneira infeliz de demonstrar o vazio que as pessoas trazem na alma.
Para aqueles que dizem aliviar tensões pronunciando palavrões, chamamos a atenção para um aspecto importante.
Ao colocarmos para fora uma violência contida, não estamos nos livrando dela, mas, pelo contrário, fortalecendo em nossa intimidade o nosso lado agressivo.
Ao nos referirmos à questão dos palavrões, não poderíamos deixar de recordar a lição de um Espírito amigo:
"As palavras carregam consigo a realidade interior de quem as profere."
* * *
Os Espíritos se comunicam pela linguagem do pensamento.
Apesar de os menos evoluídos terem a impressão de falar, na verdade é o seu pensamento que faz a comunicação.
O pensamento produz imagens no Mundo Espiritual.
São justamente essas imagens que atraem para junto de nós os Espíritos que se afinam com elas.
Equipe de Redação do Momento Espírita.




quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Meditando em uma boa leitura.

Meditar em uma boa leitura nos faz refletir.


“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é departicular interpretação.” — (2ª EPÍSTOLA A PEDRO, capítulo 1, versículo 20.)
Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Sua luz imperecível brilha sobre os milênios terrestres, como o Verbo do princípio, penetrando o mundo, há quase vinte séculos.
Lutas sanguinárias, guerras de extermínio, calamidades sociais não lhe modificaram um til nas palavras que se atualizam, cada vez mais, com a evolução multiforme da Terra. Tempestades de sangue e lágrimas nada mais fizeram que avivar-lhes a grandeza. Entretanto, sempre tardios no aproveitamento das oportunidades preciosas, muitas vezes, no curso das existências renovadas, temos desprezado o Caminho, indiferentes ante os patrimônios da Verdade e da Vida.
O Senhor, contudo, nunca nos deixou desamparados.
Cada dia, reforma os títulos de tolerância para com as nossas dívidas; todavia, é de nosso próprio interesse levantar o padrão da vontade, estabelecer disciplinas para uso pessoal e reeducar a nós mesmos, ao contacto do Mestre Divino. Ele é o Amigo Generoso, mas tantas vezes lhe olvidamos o conselho que somos suscetíveis de atingir obscuras zonas de adiamento indefinível de nossa iluminação interior para a vida eterna.
No propósito de valorizar o ensejo de serviço, organizamos este humilde trabalho interpretativo, sem qualquer pretensão a exegese.
Concatenamos apenas modesto conjunto de páginas soltas destinadas a meditações comuns.
Muitos amigos estranhar-nos-ão talvez a atitude, isolando versículos e conferindo-lhes cor independente do capítulo evangélico a que pertencem. Em certas passagens, extraimos daí somente frases pequeninas, proporcionandolhes fisionomia especial e, em determinadas circunstâncias, as nossas considerações desvaliosas parecem contrariar as disposições do capítulo em que se inspiram.
Assim procedemos, porém, ponderando que, num colar de pérolas, cada qual tem valor específico e que, no imenso conjunto de ensinamentos da Boa Nova, cada conceito do Cristo ou de seus colaboradores diretos adapta-se a determinada situação do Espírito, nas estradas da vida. A lição do Mestre, além disso, não constitui tão-somente um impositivo para os misteres da adoração.
O Evangelho não se reduz a breviário para o genuflexório. É roteiro imprescindível para a legislação e administração, para o serviço e para a obediência. O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina.
Toda a Terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho, ao mesmo tempo. Por louvá-lo nas igrejas e menoscabá-lo nas ruas é que temos naufragado mil vezes, por nossa própria culpa. Todos os lugares, portanto, podem ser consagrados ao serviço divino.
Muitos discípulos, nas várias escolas cristãs, entregaram-se a perquirições teológicas, transformando os ensinos do Senhor em relíquia morta dos altares de pedra; no entanto, espera o Cristo venhamos todos a converter-lhe o evangelho de Amor e Sabedoria em companheiro da prece, em livro escolar no aprendizado de cada dia, em fonte inspiradora de nossas mais humildes ações no trabalho comum e em código de boas maneiras no intercâmbio fraternal.
Embora esclareça nossos singelos objetivos, noto, antecipadamente, ampla perplexidade nesse ou naquele grupo de crentes.
Que fazer? Temos imensas distâncias a vencer no Caminho, para adquirir a Verdade e a Vida na significação integral.
Compreendemos o respeito devido ao Cristo, mas, pela própria exemplificação do Mestre, sabemos que o labor do aprendiz fiel constitui-se de adoração e trabalho, de oração e esforço próprio.
Quanto ao mais, consola-nos reconhecer que os Textos Sagrados são dádivas do Pai a todos os seus filhos e, por isso mesmo, aqui nos reportamos às palavras sábias de Simão Pedro: “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular inter pretação.”
EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 2 de setembro de 1948.