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sábado, 22 de janeiro de 2011

Um poema para o fim do dia.


Poema  Vozes da Eternidade
Do  Poeta Odenir Ferro.
Quero me enamorar, vibrando
As texturas da minha alma!
Em sintonia com os ritmados
Sons, extraídos da profundidade
Do Universo! Ressoando timbales
Precursores da Voz da Eternidade!

No horizonte distante marítimo
Aonde a lua plena se ergue e vem.
Desenhando-se no seu prateado
Sobre as ondas do mar.
Onde estrelas pesponteiam os seus
Inacabados tracejados, num
Brilho trazido do passado.

Como se fossem uns amores submersos
Nos seqüenciados ritmos lunares dançantes
Nas águas profundas dos horizontes que
Trouxeram todos os meus sonhos...
Emergentes e a tona da alma de mim!

Aonde as águas deste mar salgado
Refresca-se no brilho da lua.
Enquanto que a Terra – se distanciando – vai:
Dela, dentro dela, nela mesma – Exata!

Parecendo aos nossos iludidos olhos,
Que esta lua – tão clarividente e linda,
- É a que se faz erguer-se magnânima,
Na plenitude do céu! Mas é ilusão,
Como tudo é – como o amor é!...

O amor é profundidade extraída
Do Universo inverso. Refletindo-se – quais espelhos,
Dentro do íntimo de cada um de nós!
Ressonando timbales retransmissores
Reprecursores das Vozes da Eternidade!

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